Na Morte de Oscar Perez PT e aliados de Maduro no Brasil tem SANGUE nas Mãos

Presos políticos, dezenas de mortos de cidadãos por polícia e milícia estatal, desabastecimento (recorde de mortes por desnutrição infantil), votação de
Constituinte fraudada, Procuradora Geral tendo que fugir do país.

Essas são algumas das mazelas de um país onde o socialismo e a centralização política e econômica tem adquirido “grande sucesso” (sim esse é o objetivo do socialismo).

A última vítima que também merece destaque por sua bravura e luta por liberdade foi Óscar Perez.

– 36 anos, 15 como policial (parte da Brigada de Ações Especiais e que já tinha sido chefe de operações da Divisão Aérea da polícia)
– Piloto, mergulhador e paraquedista

Pai de 3 filhos, poderia ter fugido, ficado com a família mas preferiu o caminho de um herói, pagando caro com a morte pela ditadura sanguinária (juntamente com criança e outros combatentes aliados também mortos na ação).

Segundo a Renova:

A primeira vez que ouvimos falar de Óscar Pérez foi no dia 27 de junho de 2017, quando o piloto e um grupo de apoiadores se rebelaram contra a ditadura venezuelana, roubaram um helicóptero e sobrevoaram a sede do STF na capital Caracas disparando tiros e lançando granadas. Ninguém ficou ferido na ocasião.

Em 13 de julho de 2017, durante o auge das manifestações contra Nicolás Maduro, o piloto deixou o esconderijo e compareceu em protesto noturno na capital Caracas.

Após meses sumido, o piloto reapareceu no final de dezembro durante ataque contra quartel na Venezuela que terminou com várias armas roubadas. Maduro ficou indignado e pediu “chumbo” contra os autores da ação.

Pouco antes de ser executado lembrou seus filhos:

Sebastian, Santiago, Dereck, eles sabem que nós fizemos isso por vocês, por todas as crianças da Venezuela. Espero vê-los em breve, eu amo vocês, crianças, eu amo vocês

Sua última despedida agora pode não ser possível já que ditador Maduro promete cremar corpos dos heróis abatidos.

O PT e todos aliados ao Foro de SP (que tem objetivo de criar uma grande ditadura socialista na América Latina unindo vários países) que financiaram e continuam apoiando moralmente a ditadura colhem agora mais uma morte, mostram que tem seu sangue nas mãos como co-responsáveis pela ditadura pretendida também no Brasil.

Durante governo petista BNDES impulsionou financiamentos na Venezuela, total de financiamentos no exterior foi maior do que no Brasil (principalmente pra ditaduras socialistas aliadas) e hoje Brasil colhe mortes e calotes.

Programa Papo Reto 13/01, Desesquerdizando Notícias da Semana e Papo sobre Bitcoin

No mar politicamente correto dos meios de comunicação e seu comodismo (ou conivência) com a situação atual do Brasil, buscando mesmas soluções para os velhos problemas, temos o surgimento de um programa de rádio que busca reverberar informações sem o filtro do status quo atual.

Programa Papo Reto, Rádio Cultura de Pelotas (1320 AM), todo sábado às 13h, streaming online por aqui.

O Kiebitz vai apresentar resumo de cada programa e incluir aqui link para a gravação no SoundCloud.

Estes que vos escreve esteve no programa a convite para conversar sobre Bitcoin (O que é, por que foi criado, características da tecnologia como reserva de valor, segurança, etc.)

O Manual citado com o principal que se precisa saber para compra e custódia de Bitcoin pode ser baixado aqui.

O grupo de criptomoedas do site Bastter é um bom ponto para discussão e tirar dúvidas.

As notícias comentadas (ou desesquerdizadas na semana como preferir) foram as seguintes:

  • Rebaixamento Nota Brasil e Reflexos Econômicos
  • Filhas solteiras com garantia de aposentadoria às nossas custas
  • Fundão Eleitoral pra financeiar polítcos com dinheiro da saúde
  • PEC Teto dos Gastos (E Seu Benefício para os Mais Pobres)
  • Bloqueio de bens sem ordem judicial
  • Político Honesto (e a Diminuição de Impostos)

Você da Zona Sul amante da liberdade e cansado de ser roubado por políticos agora tem voz.

João Amoedo do Partido Novo é o único presidenciável a se posicionar a favor do Uber

O projeto de lei que regulamenta o Uber e aplicativos de transporte e que inviabiliza sua atividade (projeto surgiu de representante do sindicato de taxistas que quer manter refém população do monopólio dos táxis) foi aprovado hoje no Senado e ainda deverá passar novamente pela Câmara dos Deputados para sua aprovação.

Em um país carente de empregos projeto pode desempregar mais de 500 mil pessoas tirando opção de transporte de milhões de brasileiros.

Uma atividade econômica que funciona bem sem regulação do estado não precisa de controle governamental para garantir a qualidade do serviço que de forma transparente já ajuda a filtrar bons ou maus motoristas.

O caminho adequado é desburocratizar táxis e outros serviços regulados pelo estado, aumentar a liberdade de empreender e proporcionar mais opções para o consumidor.

Nesse sentido e considerando eleições de 2018 o único presidenciável a se pronunciar oficialmente sobre esse assunto tão importante marcando posição a favor da liberdade e do consumidor foi João Amoedo do Partido Novo:

“O direito e a opção do cidadão fica de lado, nossa liberdade nunca é considerada, o que eles deveriam estar fazendo é o contrário, deveriam estar reduzindo as burocracias, diminuindo nível de exigência junto do taxista para que tivéssemos mais concorrência, consequentemente serviços melhores a preços mais competitivos. O cidadão sempre pagando a conta, a gente precisa mudar isso.”

 

O Bitcoin é o último refúgio contra o Socialismo

Existem 3 eras da moeda: baseada em commodities, baseada na política, e agora, baseada na matemática. Chris Dixon 

Recentemente o deputado Jair Bolsonaro expressou que o exército seria o último refúgio contra o socialismo, este artigo busca demonstrar que o mundo caminha em direção oposta e a retórica de convencimento a partir da força tem se deslocado com ajuda da internet e redes descentralizadas para o poder do voluntarismo e consenso. O refúgio dos venezuelanos no Bitcoin buscando superar todos os males do socialismo no país é um exemplo do poder dessas redes voluntárias e abertas para trocas comerciais, onde Bitcoin é a principal plataforma/moeda.

O papel [dinheiro emitido pelo estado] é uma hipoteca sobre a riqueza que não existe, apoiada por uma arma destinada a quem se espera que a produza. Ayn Rand

Aos poucos a humanidade tem a chance de entender os males de manter sob políticos a oferta de moeda e seu controle, como resultado ao longo do tempo colhemos um poder de compra cada vez menor, com inflação, bolhas e recessões. Moedas de curso forçado (comércio no Brasil é obrigado a utilizar real como unidade de conta) manipuladas por políticos dão lugar a plataformas abertas, 100% auditáveis, com adoção consensual e políticas monetárias previsíveis.

O Bitcoin surgiu após a crise de 2008 com o objetivo principal de salvar população da imprevisibilidade e ineficiência estatal quanto a políticas monetárias, evitando como foi o caso, a utilização do dinheiro suado do trabalhador para salvamento de bancos e amigos do rei e seus gerentes irresponsáveis, gerando infindáveis ciclos econômicos inflacionários.

Diferente do pensamento comum, a inflação não é o aumento dos preços, esse é apenas seu efeito, a perda do poder de compra é ocasionado pelo aumento da oferta monetária. Com dinheiro indiscriminadamente ofertado na economia pelo estado sem lastro de produção, simples lei da oferta e demanda explica porque ao longo do tempo população precisa utilizar cada vez mais dinheiro para comprar mesmos produtos.

Poder de Compra do Dólar desde 1913
Poder de Compra de 1 Bitcoin comparado a Bigmacs (Fonte: http://bitcoinppi.com/)

Com o Bitcoin a oferta monetária é previsível e decrescente, os chamados mineradores fornecem poder computacional para validar transações e recebem em troca um certo número de bitcoins que é decrescente com o tempo.

Inflação Monetária do Bitcoin

Há portanto um incentivo para manter a rede bitcoin funcionando corretamente, política monetária é definida por matemática, apenas quem segue protocolo tem direito de colher benefícios de validar transações, com a oferta decrescente um aumento na demanda de bitcoin tende a aumentar seu preço o que atrai mais poder computacional para validação da rede. Resultado disso é que a rede de bitcoin tem o maior poder computacional do mundo e tende com o tempo a ser cada vez mais forte devido a estes incentivos econômicos envolvidos.

O armazenamento das transações é realizado por computadores em todo mundo (chamados de nodos), há atualmente mais de 9000 computadores armazenamento o banco de dados (definido como blockchain) com todas as transações da história do bitcoin. A principal característica da blockchain é sua imutabilidade, ela é segurada por todo esse poder computacional mencionado, tornando-se imune a confisco ou controle estatal.

É uma tecnologia fascinante e é dever de todo defensor da liberdade entendê-la, utilizá-la e difundi-la, quanto mais usuários não apenas o preço do bitcoin tenderá a subir comparado a moedas inflacionárias sob comando de burocratas do estado, mas todo um ecossistema que favorece o voluntarismo e liberdade também. Bem vindos a nova era.

Você pode começar por aqui.

[Resenha] A Revolta de Atlas

Aproveitando que hoje, 10 de outubro de 2017, é o aniversário de 60 anos do livro “A Revolta de Atlas” (Atlas Shrugged no original) resolvi desengavetar uma resenha que estava até então incompleta.

revolta de atlas
Box do livro “Revolta de atlas”

O livro é um calhamaço de mais de 1200 páginas e portanto não considero uma leitura fácil. Felizmente ele volta e meia está em promoção no Submarino[1] (olhei agora e está praticamente R$50,00, se depois dessa resenha ficar em dúvida vale a pena esperar baixar um pouco – já vi o livro por cerca de R$25,00). Será que alguém está subsidiando o preço? Seriam os irmãos Koch? (Não vou postar links aqui pois não quero que vocês peguem câncer mas tem quem acredite que eles “patrocinam” a “direita” no Brasil.)

Pano de fundo do livro

É importanto dizer que Ayn Rand a escritora nasceu na Rússia e filha de pequenos comerciantes emigrou para os EUA ainda jovem. No entanto percebe-se facilmente nesse livro uma percepção bastante crítica da “revolução russa” por parte da autora. Além disso o livro é muito conhecido nos EUA. No próprio prefácio da obra diz que é obra de cabeceira de muitos empresários e empreendedores e seria a segunda obra mais influente daquele país ficando somente atrás da Bíblia.

Realmente a influência de Ayn Rand encontra-se espalhada pela cultura pop. Como alguns exemplos podemos encontrar referências a autora até no jogo BioShock[2]. Também foi noticiado que Ayn Rand é a leitura de cabeceira de Travis Kalanick[3], CEO do Uber. A escritora e filósofa também é citada explicitamente no álbum 2112[4] da banca de rock canadense Rush.

A história

O livro se passa em um futuro próximo onde quase todo o mundo é governado por tiranos populistas (qualquer semelhança com a Venezuela não é mera coinciência) mas trama em si se passa quase que totalmente nos EUA, a única nação onde ainda existe algum resquício de democracia e capitalismo no mundo do livro. A partir daí a premissa básica do livro começa a ser desenvolvida: E se as maiores mentes e líderes (empreendedores, cientistas, artistas e demais profissionais de destaque) do mundo começassem a desaparecer um por um? No livro isso leva a uma situação cada vez mais caótica, já que as pessoas que restam são somente burocratas que mal sabem botar a “mão na massa”.

Aspectos negativos

Conforme eu disse antes o livro é um calhamaço. Infelizmente em alguns momentos a história parece que não avança muito ou o faz lentamente, então me parece que seria possível resumir o livro sem perder muito para 1/3 do volume do mesmo.
Outra coisa que me incomodou foram os vilões, ou antagonistas: todo mundo parece incrivelmente burro e incapaz de ver onde vão dar as consequências dos seus atos. Fico na dúvida se essa retratação dos burocratas e inimigos foi proposital ou involuntária.
Por último entre os lados negativos eu citaria que o livro tem uma ou outra cena mais picante (nada que não apareça na novela da Globo hoje em dia), mas eu não entendi muito bem o que a autora queria com essas cenas, já que para mim elas não acrescentam muito na trama.

Aspectos positivos

É uma obra profundamente inspiradora, especialmente para quem se interessa por empreendedorismo e inovação. O livro tem quatro pontos altos, que são quatro discursos dados por quatro personagens diferentes. Nesses discursos é possível vislumbrar e admirar o sistema filosófico da autora que é muito interessante e consistente.

A premissa é absurdamente incrível e até me espanto que não tenha sido copiada em outras obras: o que acontece quando as pessoas que movem o mundo entram em greve?

Veredito

Até mesmo por se tratar de um livro longo e denso levei praticamente um ano lendo “A Revolta de Atlas”. Ao menos pra mim a leitura dessa obra foi uma experiência transformadora. Não li outras obras da autora mas esse livro me fez repensar muitas coisas da minha vida.

Da mesma maneira muitas pessoas que eu conheço se sentem de maneira semelhante à essa obra. É verdade que também a obra tem muitos detratores (se viram refletidos nos antagonistas talvez?) mas poucos ficam indiferentes a mesma.

Nenhuma outra obra que eu conheço retrata tão bem o aspecto heróico e mítico do empreendedor. Penso que essa obra pode e deve ser lida especialmente por quem empreende até mesmo para entender melhor o seu papel no mundo e redobrar a força para enfrentar seus desafios diários.

Recomendo a leitura, especialmente aos empreendedores, no sentido mais amplo da palavra. A todos os Atlas que carregam o mundo nas costas e muitas vezes nem se questionam sobre isso. É hora de se rebelar também?

Links da postagem:

[1] http://www.submarino.com.br/produto/7297920/livro-box-a-revolta-de-atlas-3-volumes-

[2] https://en.wikipedia.org/wiki/BioShock

[3] http://www.businessinsider.com/how-uber-ceo-travis-kalanick-was-inspired-by-ayn-rand-2015-4

[4] http://www.rush.com/2112-spotlight-on-ayn-rand/